Quem não conhece o Méier, bairro tradicional da zona norte do Rio de janeiro? Dividido em duas partes, sendo a mais agitada a área próxima a Dias da Cruz e a mais calma a do outro lado da ferrovia, o local é famoso por ter sido construído lá o primeiro shopping Center do país e por ter dito como moradores pessoas ilustres como os atores Tony Ramos e Adriana Esteves e o grande sambista João Nogueira. Uma expressão usada pelos moradores diz que quem é do Méier não bobeia, isso nota-se na hora de escolherem sua diversão.
O bairro conta com muitos restaurantes, padarias e bares, e fica ainda mais animado nos fins de semana.
A área conhecida como Baixo Méier, reduto de jovens e adultos que procuram música ao vivo, boas refeições e uma conversa descontraída com amigos, fica lotado. O bar mais conhecido é o Reza Forte, o local possui três ambientes independentes, um varandão com música ao vivo, todos os dias, um salão de sinuca e uma pista de dança que recebe Djs tocando todos os ritmos às sextas e sábados.
Devido a todos esses atrativos o bar caiu nas graças de seus frequentadores.
Morador do bairro e cliente do Reza Forte há anos, Rodrigo Almeida, de 25 anos, advogado, diz que não troca o lugar por nada. Além de ser perto de casa, poder ir e voltar andando, e, além disso, oferecer boa música e ótimos aperitivos. “Gosto de ficar por aqui, é um local que posso vir com a família toda, já que existe aqui uma diversidade de bares que atende a todos os gostos, ou posso vir só com os amigos mesmo, tanto faz”. Mas engana-se quem acha que apenas esse bar faz sucesso.
A psicóloga Mônica Graciano, de 38 anos, é outra que não sai do complexo de bares, mas não se arrisca em eleger um preferido: “Chego no baixo Meier e escolho o barzinho que mais me agrada e levo em consideração meu estado de espírito e os amigos que vão comigo. Tudo é decidido na hora mesmo”, afirma a psicóloga.
Nos fins de semana o local é movimentado, e é por isso que quem decide se aventurar a ir para o baixo Méier precisa chegar cedo para garantir um lugar confortável no bar escolhido. Já aqueles que não ligam para isso e topam curtir a noite na rua mesmo, também não perde a diversão, já que a grupos de pagodes que se apresentam do lado de fora. Carros de passeio com equipamentos de som potentes também 0fazem a alegria dos jovens que ficam pela rua.
Para esses, o que vale mesmo é aproveitar. Questionado sobre o que acha desse misto de pessoas e formas de diversão, o estudo André Rodrigues, de 22 anos, diz que em segundo plano fica o conforto. “o que vale mesmo é desfrutar da presença de amigos e curtir o fim de semana”.
Samanta Mariano
samantha.mariano@hotmail.com






0 comentários:
Postar um comentário